Terça-feira, 19 de setembro de 2017

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André, Eduardo e Valadares: a oposição vai ditar as regras em 2018
06/09/2017 às 08:19:00

Da Redação, com informações de Brasília

 

A oposição está em voo de cruzeiro e por lá deve continuar. Os nomes dos senadores Eduardo Amorim (PSDB-SE), Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) e André Moura (PSC-SE) têm um tom maior do que os nomes da situação. O fragilizado vice-governador Belivaldo Chagas (PMDB) tenta alçar voos mais altos com suas caminhadas e agenda de candidato, mas não conseguiu emplacar nas últimas aferições, aparece sempre bem abaixo; já Jackson Barreto (PMDB) enfrenta o desgaste de uma gestão atolada em descréditos.

 

Adversário natural de Jackson Barreto, o senador Eduardo Amorim tem um papel fundamental na oposição, ele esteve na disputa ao executivo em 2014 e a análise à época de como o Estado estaria a partir de 2015 foi ocorrendo gradativamente.  “Tudo que pregamos em 2014 está aí. O tempo se encarrega de fazer com que a verdade apareça”, disse Amorim ao completar que “nós estamos com a previdência falida, infelizmente não vemos perspectivas para nenhum tipo de melhoria. Podemos citar exemplos de estados bem próximos como Alagoas e Bahia, que fazem o seu dever de casa e dá exemplos”.

 

O senador Valadares tem o seu destaque de peso no grupo, as suas Twittadas e posicionamentos abalam as estruturas do Palácio constantemente. A sua última enquadrada a JB afirmou que “torrar os recursos da Previdência”, onde 50% dos royalties podem corresponder a no máximo R$ 30 milhões por ano, tendo em vista que o governo tem autorização para sacar R$ 600 milhões do Fundo, e que também correspondem a apenas 5% do total dos recursos a serem depositados a partir de 2019, e sem previsão de qualquer atualização (juros e correção).

 

Já na Câmara dos Deputados, a oposição conta com uma representatividade de peso, o atual líder do Governo no Congresso é um sergipano, André Moura desempenha um papel nunca assumido por outro parlamentar do estado. Moura tem desenvoltura e não está medindo esforços para auxiliar prefeitos sergipanos, e até mesmo, o atual governador já esteve solicitando os préstimos do parlamentar. 

 

André Moura tem a aceitação do presidente da República, Michel Temer, e ainda este mês ele vai decidir se permanece entre os cabeças do PSC, onde tem um bom relacionamento com o Pastor Everaldo Nascimento, ou se aceita o convite da cúpula peemedebista para comandar a sigla em Sergipe.